ANA GOMES E OS SEUS ESTRANHOS LOBBIES EM TIMOR LOROSAE

A candidata às próximas presidenciais Dra. Ana Gomes, utilizou a sua presença em Timor Lorosae (Timor Leste), quando se vivia uma situação muito delicada naquele país em termos de direitos humanos e liberdades, digo, a ocupação da Indonésia, no final dos anos 90, para se afirmar politicamente em Portugal.

Antes, a sua experiência na política e na vida diplomática era discreta e sem afirmação, como foi o seu começo infeliz no MRPP. Ana Gomes era em tudo um pálido segundo plano e era sempre ocultada pelo seu marido, o também Embaixador António Franco e destacado  consultor do ex- presidente de Portugal, o Dr. Jorge Sampaio.  

Ana Gomes, nas suas primeiras passagens por África, nos meios diplomáticos portugueses, foi acusada várias vezes de arrogância excessiva, assédio a trabalhadores e de comportamentos inapropriados e prepotentes.

Aqui, em Portugal, estabeleceu contactos com políticos e passou a ser considerada nos círculos de poder como a “nova Senhora de Timor”. Foi através do trampolim chamado Timor Lorosae que Ana Gomes iniciou a sua «relação» com o senhor George Soros e se filiou aos objetivos nefastos da Open Society Foundation.

Pouco antes do referendo da independência de Timor Lorosae, a Indonésia sofreu uma crise económico-financeira promovida (discurso que ainda hoje se mantém) por George Soros, gerando uma forte recessão e crise social naquele país. Também é do conhecimento público que a Open Society Foundation está «por detrás» das grandes crises, que países como o Chile, Argentina, Bolívia, enfrentam… e como também aqui «nuestros hermanos» na vizinha Espanha.

Ana Gomes foi na altura o rosto da campanha de George Soros, a crise, que era política, mas também económica e financeira na Indonésia.

Open Society Foundation utilizou a mesmo método que se tornou a forma de atuação normal da Foundation e que se tenta reproduzir em Espanha (com movimentos independentistas da Catalunha), no Brasil, nos EUA ( americanos contra americanos/ Capitólio) e em Marrocos (Saara Ocidental/Frente Polisário).  

Depois da independência de Timor-Leste, Ana Gomes, liderou várias «missões empresariais” a Timor Lorosae, necessitando qualquer empresário de aprovação prévia de Ana Gomes para aceder ao mercado Timor. Seriam «luvas» ou «gasosos«… ?!?!

Ana Gomes era a Embaixadora de Portugal na Indonésia, sendo o rosto de George Soros e ajudando, nos bastidores, os seus “amigos políticos” na Indonésia. 

Os advogados Vera Jardim/Magalhães e Silva – ambos muito próximos do Presidente, Jorge Sampaio – faturaram milhões em Timor Lorosae , assim como os empresários socialistas Rui Nabeiro e Fernando Gomes (nesse ano na GALP) e António Mota (Mota-Engil). 

Rui Nabeiro seria depois um generoso doador de «gasosas» a Jorge Sampaio, bem como António Mota (que recentemente financiou o livro biográfico de Sampaio). 

O marido de Ana Gomes, era na altura e ao mesmo tempo, consultor de Sampaio e consultor de empresas, recebendo comissão para introduzir empresas em Timor Lorosae, com o lobby de Ana Gomes. O marido de Ana Gomes,  António Franco, acabaria por não retomar à vida diplomática oficial (por um lado, com “medo” de eventuais notícias e processos, por outro, porque passava a ser a forma discreta de sua mulher poder beneficiar o casal, através da carreira política). 

Com Xanana Gusmão, e para “pagar” o apoio de figuras socialistas no plano internacional da independência de Timor-Leste, as autoridades timorenses facilitaram uma série de investimentos de empresas petrolíferas em “produtos” ou fundos ligados à Fundação Mário Soares e à Fundação Oriente (de Carlos Monjardino). 

Através de Carlos Monjardino, as malas com comissões para a família de Mário Soares, Ana Gomes e do seu marido António Franco, Jorge Sampaio e outros políticos socialistas (e também sociais-democratas) eram passadas para Portugal, e  depois o respectivo branqueamento de dinheiro. O Banco de Portugal nunca controlou, como devia, o BPG (Banco Portugues de Gestão), de Carlos. Monjardino. O BPG serviu para pagar «luvas e gasosas»  a juízes timorenses para esconderem ou desistirem, ou absorverem casos relacionados com petrolíferas, incluindo GALP e ENI, por prejuízos sérios ao interesse do povo timorense. 

O BPG serviu também para financiar campanhas políticas de Francisco Guterres e atividades contra Xanana Gusmão, depois de este se insurgir contra “grandes petrolíferas internacionais».

Como eurodeputada, Ana Gomes recebeu no Parlamento Europeu  o apoio de Francisco Guterres contra Xanana Gusmão, com o argumento da “FRETILIN ser partido do povo”. Este apoio de Ana Gomes, surge ao mesmo tempo em que Xanana Gusmao anunciou ter uma boa relação com o governo português PSD/CDS e ter passado informações a serviços portugueses de corrupção, branqueamento de capitais e financiamento partidário ilegal, envolvendo pessoas próximas de Ana Gomes (e a própria). 

Ana Gomes nunca se esforçou, na verdade, para apurar o envolvimento do Dr. Paulo Portas na questão dos submarinos. A reincidência de Ana Gomes neste tema tem a ver só com a sua necessidade de proteger o marido, ela própria e amigos (como D. Lacerda Machado e Nicolau Santos, entre outros), dando sinal a Paulo Portas para não se envolver neste tipo de conversa com Xanana e com as autoridades de Timor Lorosae. 

Paulo Portas nunca se pronunciou sobre Timor Lorosae, ou como a sua empresa de consultoria de negócios tentou entrar nesse mercado, mas a «a nova Senhora de Timor» não permitiu.  

Por lobby de Ana Gomes e Diogo Lacerda Machado (António Costa era Ministro da Administração Interna), José Sócrates aliena uma percentagem do capital da GALP à ENI, petrolífera italiana, onde George Soros tinha acabado de entrar (sendo hoje um dos seus principais ativos).

Acerca dos lobbies e dos esquemas de corrupção da candidata às presidenciais, a Dra. Ana Gomes, naquela parte do mundo, ainda há muito para se escrever. 

A minha pergunta a si prezado leitor e futuro eleitor nas próximas eleições presidências é muito simples. Será que vamos continuar a alimentar esta geração de políticos e governantes corruptos  pós 25 de Abril, ou vamos dar um Chega!?

Chega de corrupção!  Pense nisso.

Davide Pereira.

Finlândia