Opinião. Pacheco Pereira, o Ayatollinho que apela ao antissemitismo (what a nasty man!)

Há muito que José Pacheco Pereira – esquerdista, militante do PSD apenas como estratégia pessoal para ter influência e se manter à tona nos media – insinua um discurso antissemita de permanente difamação do Estado de Israel e de ataque, sempre muito cuidadoso, ao povo judeu.

Há muito que estamos tentados a escrever sobre o personagem mais inenarrável da comunicação social portuguesa: no entanto, a sua irrelevância é tanta que dedicar minutos do nosso precioso tempo ao senhor seria pura estupidez.

No entanto, hoje não irá escapar.

Há muito que José Pacheco Pereira – esquerdista, militante do PSD apenas como estratégia pessoal para ter influência e se manter à tona nos media – insinua um discurso antissemita de permanente difamação do Estado de Israel e de ataque, sempre muito cuidadoso, ao povo judeu.

Num artigo publicado hoje, Pacheco – também conhecido, numas das tiradas geniais de Luís Filipe Menezes, como a “loura da Marmeleira”, o que é uma injustiça monumental, para as louras e para a Marmeleira, que são fascinantes e muito interessantes; a antítese, portanto, do Pacheco – compila uma série de alarvidades sobre o nosso último texto publicado aqui no SOL.

Quanto às considerações subjetivas que Pacheco faz sobre o autor destas linhas, são absolutamente insignificantes; não vale a pena perder tempo com elas. Notamos, no entanto, que José Pacheco Pereira em duas passagens mostra a sua verdadeira natureza. Mostra que o MRPP nunca saiu de Pacheco – por esta razão, é que este Ayatollinho é tão adorado pela extrema-esquerda e pela esquerda.

Há algo, no entanto, que não lhe admitimos, nem deixaremos passar (e hoje até seremos simpáticos, porque estamos bem-dispostos). O ayatollinho Pacheco escreve que o autor destas linhas é “objeto de culto da extrema-direita e dos sionistas” à espera “que lhe dêem alguma benesse”.

Primeiro lugar, quanto à extrema-direita, não é para levar a sério: recordemos que para o Ayatollinho Pacheco a extrema-direita começa no PSD de Pedro Passos Coelho e, como escreve mais adiante no artigo, é sustentada, em termos comunicacionais, pelo “Observador” e por um blogue chamado “Blasfémias”.

O Ayatollinho não tem qualquer credibilidade: é o seu ódio por Pedro Passos Coelho falando mais alto – e, desta vez, o ódio do Ayatollinho fez ricochete em nós. Como já fez em antigos assessores de Pedro Passos Coelho, em deputados do PSD que até eram próximos do Ayatollinho do Pacheco – como praticamente já fez em todos os portugueses que escrevem na comunicação social (disseram-nos que até o Henrique Monteiro já foi incluído na extrema-direita, mas não seguimos os escritos do  Ayatollinho com regularidade suficiente para confirmar…).

O que é verdadeiramente grave é a insinuação cobarde que faz de que os escritos a revelar a verdade sobre Israel servem apenas…para receber benesses. Porque é que é grave?

Porque o Ayatollinho Pacheco não quer atingir o autor destas linhas – não, o que o Ayatollinho Pacheco quer fazer (conquanto não tenha nem talento, nem capacidade, muito menos coragem)  é recorrer a uma das tácticas clássicas dos antissemitas: de forma velada, associar o Povo Judeu, e o Estado de Israel, a um lobby internacional financeiro, dotado de grandes recursos materiais, que vai manipulando o mundo, o poder e os media em função dos seus interesses, concedendo…”benesses”.

O lobby Judeu estaria comprando opiniões, decisões, políticos e políticas. Esta é a mesma mensagem da – VERDADEIRA! – extrema-direita, dos neo-nazis, que o Ayatollinho Pacheco abraça, de forma subliminar (what a nasty man!).

É o problema do Ayatollinho Pacheco: ele acha-se o suprassumo da inteligência nacional, julgando que os outros são todos parvos, não alcançando o seu nível de intelectualidade.

Na realidade, porém, o Ayatollinho Pacheco não passa de um cronista de quarta ou quinta categoria, que noutro país não passaria de um editorialista do PRAVDA, do “China Daily” (propaganda do Partido Comunista Chinês) ou de funcionário do equivalente ao Ministério da Propaganda dos Ayatollahs.

O antissemitismo do Ayatollinho Pacheco é conhecido à escala global– e remonta aos tempos em que o Ayatollinho era deputado do PSD e a única minoria religiosa que sistematicamente perseguia era precisamente o Povo Judeu. Já agora, perguntem ao Ayatollinho o que acha da Inquisição e da posição de Portugal nesse período negro da nossa história…

E porquê? Porque o Ayatollinho Pacheco gosta muito dos luxos e dos privilégios que recebe do Irão dos Ayatollahs.

O Ayatollinho Pacheco Pereira é presença assídua nas festas da Embaixada do Irão em Lisboa – e é uma espécie de consultor especial do Embaixador do Irão em Portugal.

Na verdade, há uma empresa de political intelligence em Portugal que presta consultadoria comunicacional e de lobby à Embaixada do Irão em Lisboa, com ligações a várias órgãos de comunicação social em Portugal.

Um desses órgãos é o “Público”, onde o Ayatollinho Pacheco escreve – esta rede inclui ainda comentadores como o Ayatollinho Pacheco, Francisco Louçã e Ana Gomes. Donde, o ódio do Ayatollinho Pacheco em relação aos nossos artigos nada tem que ver com o Presidente Trump: a verdadeira razão que o incomoda é a nossa denúncia do Irão dos Ayatollahs.

Ele tem que defender os luxos e privilégios que a Embaixada do Irão lhe concede , segundo nos contou amigo imaginário e imaginado, e mostrar serviço aos Ayatollahs. O Ayatollahs têm que ver utilidade…no Ayatollinho Pacheco. Senão, o que seria do Ayatollinho Pacheco?

Por outro lado, o Ayatollinho Pacheco tem medo do que nós sabemos – ele sabe que nós nunca dormimos.

O Ayatollinho tem medo sobre se e o que sabemos sobre as suas viagens de luxo a Teerão – Cesarea Never Sleeps – pagas pela Embaixada do Irão e o que ele lá andou a fazer, o propósito das viagens e o lobby que o Ayatollinho fez e faz (sempre maquilhadas pela sua pretensa intelectualidade).

O Ayatollinho Pacheco tem medo do que nós sabemos sobre o seu potencial envolvimento com o Movimento BDS e com organizações terroristas, financiados pelos seus donos iranianos, e sobre o que ele terá feito…

O Ayatollinho Pacheco tem medo que nós possamos saber algo sobre um certo contrato com uma certa realidade político-administrativa portuguesa e a intervenção dos seus donos iranianos e do BDS nessa negociata…Digamos que, a este propósito, o nosso conhecimento não é…EPHEMERO.

O que o Ayatollinho Pacheco não sabe é que amigo imaginário e imaginado nos fez chegar os talking points que estão na base do artigo do Ayatollinho de hoje: nós temos recebido várias ameaças e emails com conteúdo diverso que repetem, no essencial, o artigo do Ayatollinho Pacheco de hoje no “Público”.

Aliás, os trolls das redes sociais e das caixas de comentários têm dito exatamente o mesmo – palavra por palavra! – que o Ayatollinho Pacheco publicou hoje… Até a comparação com Stephen Miller!

Portanto, temos o grande intelectual português, o ilustre homem das letras a escrever um artigo, reproduzindo talkings points de agência de comunicação e trolls de redes sociais! Parece que os Ayatollahs do Irão têm o nosso grande intelectual português (não se riam…vá lá!), grabbed by the p…ssy !

Na verdade, o Ayatollinho Pacheco fez-nos um grande favor: é que ao repetir as mantras dos trolls das redes sociais deu-nos mais um elemento para confirmarmos a identidade de quem está por detrás de grupos de desinformação e de trolls de ataque que pululam, Cesarea never sleeps, no Twitter. Já sabemos, por exemplo, que há jornalistas do jornal do Ayatollinho que estão envolvidas/envolvidos…entre muito mais…obrigado, Ayatollinho Pacheco Pereira!

Ai, Ayatollinho Pacheco, Ai, Ayatollinho Pacheco.

A sua relação com o Irão dos Ayatollahs e o seu branqueamento da teocracia iraniana preocupa-nos muito e temos estado especialmente atentos.

Contudo, Ayatollinho Pacheco Pereira, sejamos francos: estamos de boa fé. O José António Saraiva contou que o tinha contratado para colaborar no jornal EXPRESSO, ganhando muito dinheiro – e o Ayatollinho foi a correr ao DN, pediu mais dinheiro ao DN, o diretor aceitou e desrespeitou o acordo anterior com o José António Saraiva .

Portanto, Ayatollinho Pacheco, já percebi a sua motivação…quer MESMO benesses.

Quanto é que os Ayatollhas lhe pagaram para lhes fazer este frete de hoje no PÚBLICO? Diga-nos e vamos ver se conseguimos cobrir a parada, tal como o DN fez em relação ao seu acordo com o José António Saraiva.

E mais, Ayatollinho: já percebemos que está doido para ir visitar Mar-a-Lago (e com toda a razão, porque vale muito pena – the most beautiful building, the most exciting Club in Florida ever, pretty much the best in all USA! So fantastic!), dada a sua obsessão em mencioná-la nas suas prosas. Não seja por isso: nós trataremos de providenciar, como um extra, que vá visitar Mar-a-Lago nos próximos meses! Não se preocupe, Ayatollinho Pacheco!

Temos acordo? Ou prefere manter a sua relação com os Ayatollahs do Irão? Conselho de amigo: saia dessa relação tóxica, Ayatollinho…E ainda vai ao SO BEAUTIFUL Mar-a-Lago!